1. muito estranho e muito familiar

    Era essa a expressão que faltava pra definir, ou pelo menos tentar explicar o meu envolvimento com o mundo da moda. Hoje escrevendo parte desse post, estou sentada prestes a assistir a palestra do Dudu Bertolini, uma das maiores figuras e profissionais brasileiros de moda que conheço e lembro que não é a primeira vez no ano que vou a um evento assim. Começou com o SPFW, um dos maiores eventos de moda do mundo, onde o pessoal da @AldeiaBiz me concedeu o privilegio de cobrir o desfile da marca Colcci. Um trabalho que com certeza muitas meninas se matariam para tê-lo, como diria o Irv, presidente da Elias-Clark, à Andy no meu filme favorito, O Diabo Veste Prada.


    Foi frenético, enlouquecedor, corrido mas incrível. Apesar de ter sido muito mais uma experiência jornalistica, tudo que envolve moda pra mim é muito peculiar. Esse mundinho faz parte de mim desde que eu nasci com a minha mãe, e neguei ele por muito tempo, principalmente por achar que só tinha glamour que ele não tivesse ligação de verdade com as pessoas. Mas é muito tolo dizer que qualquer um quando acorda não pensa no que veste, por mais simples que seja a mensagem que se queira passar com isso.

    Grande parte das pessoas rotulam esse mundo como sendo só de estrelas e não pensam nas experiências legais que a moda tem. Tanto no vestir em si, quanto no ponto de venda e o principal pra mim, na internet. E é isso que eu to descobrindo agora com projetos como o Banana Café, da malharia Anselmi, Zaxy e Colcci.

    Banana Café, apesar de um envolvimento meu muito pequeno, assisti de camarote esse “monstro” nascer e ganhar um fwa super merecido. E Colcci é o começo de toda a bagunça dos últimos meses. SPFW, Donna Fashion, várias revistas Elle, Vogue, idas e mais idas em shoppings, lojas, blogs de moda, fotos e mais fotos. Mas isso é assunto pra outro post.

    Tomei mesmo um gosto pela coisa e parece que os próximos capítulos disso vão ser bem interessantes. 

     
    1. rabiscosgabrielaoliveira posted this